Projetos

Projeto NAGI (2013 – atual)

O LGI coordena a rede de entidades que desenvolve o projeto NAGI (Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação), financiado pela FINEP no âmbito do Programa Nacional de Sensibilização e Mobilização para Inovação (Pró-Inova) e da Mobilização Empresarial para a Inovação (MEI).

O projeto visa a capacitar e apoiar empresas na introdução ou no aprimoramento do sistema de gestão da inovação e insere-se no esforço do país para aumentar a competitividade das empresas brasileiras através de maior inovação.  A meta é o atendimento de 80 empresas, sem setor ou região predefinida. Os parceiros iniciais são a Coppe-UFRJ, UFPE, Unisinos, ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Abihpec, Fundação Joaquim Nabuco e Rede de Tecnologia – RJ.

O projeto está constituído em três linhas de ação integradas, considerando a inovação como processo sistemático, organizável e gerenciável: curso via web e presencial modularizado para atender diferentes realidades; serviços presenciais in company de inteligencia gerencial para auxiliar no diagnóstico e proposição de planos de ação para alavancar a capacidade de inovação das firmas, considerando suas contingências; mobilização e construção de ecossistema de conhecimento visando a criar ambiente permanente de aprendizado e troca de experiencias em inovação.

Para maiores informações acesse o site do NAGI.

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe: Felipe Bussinger, Leonardo Gomes, Simone Lara, Antonio Tonini, Luis Bertazi, Fernando Berssaneti, Eduardo Zancul, Roberto Marx e Davi Nakano.

Financiador: Agência Brasileira de Inovação – Auxílio financeiro

Situação: Em andamento

Natureza: Pesquisa e extensão

PEIEX – Projeto de Extensão industrial Exportadora – (2011 – Atual)

No Estado de São Paulo, o Laboratório de Gestão da Inovação do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, com intermediação da Fundação Vanzolini, é a entidade executora do PEIEX – Projeto Extensão Industrial Exportadora. O PEIEX objetiva capacitar empresas para aumentar sua competitividade exportadora, ofertar produtos de qualidade e utilizar as modernas ferramentas de gestão empresarial. O projeto foi criado e é mantido pela Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – para oferecimento de serviços gratuitos de capacitação e assessoria para empresas pertencentes aos mais diversos setores industriais.
Em sua origem, o convênio previa atendimentos exclusivos na região do ABC Paulista, logo estendidos a toda a região metropolitana (Grande São Paulo). Durante o período inicial, de 2011/2013, o Núcleo PEIEX da Grande São Paulo realizou 192 atendimentos, alcançando expressivos resultados de competitividade e potencial exportador para as empresas. Em 2013 a Apex-Brasil ampliou o convênio com a POLI-USP/Vanzolini, inaugurando os Núcleos PEIEX da Grande Campinas e da Grande Ribeirão Preto. Frente à grande adesão e sucesso na qualificação de empresas, nova expansão foi conduzida em 2014/2015 com o lançamentos dos Núcleos PEIEX do Vale do Paraíba e da Grande São José do Rio Preto.
Os cinco Núcleos PEIEX contam com equipe de mais de 20 pessoas no Estado de São Paulo e têm como meta prover mais de 1000 atendimentos até meados de 2016.
Para maiores informações acesse o site do PEIEX.
Coordenador: Mario Sergio Salerno

Financiador: Apex Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos

Situação: Em andamento

Natureza: Pesquisa e extensão

EngenhariaData – Indicadores e Análise de Engenharia no Brasil (2011 – Atual)

Um dos projetos ganhadores de edital da Pro-Reitoria de Pesquisa da USP, após avaliação externa/internacional. Com objetivo de construir indicadores de engenharia e inovação que, indo além da Pintec, possibilitem análises comparativas internacionais, regionais, setoriais. O Brasil fez grande esforço e construiu, através do IBGE, a Pintec Pesquisa de Inovação tecnológica na Indústria, quecomeçou a abarcar, em sua última edição, alguns (poucos) segmentos de serviços. Ela é metodologicamente robusta e muito bem executada, mesmo se comparada com suas congêneres da Comunidade Europeia (como as seções nacionais do CIS Community Innovation Survey). Ocorre que o foco da Pintec é a inovação tecnológica estrito senso, tendo, como objetivo último, a mensuração dos dispêndios de PD da nação, para composição das contas nacionais. Mas, inovação vai além da inovação tecnológica. Isso coloca duas questões de pesquisa que consideramos relevantes e pertinentes: 1) A construção de um indicador que, incorporando a Pintec, a supere, possibilitando análises mais amplas e finas do desenvolvimento da inovação em geral e da sociedade do conhecimento, o que significa desafio conceitual. 2) A construção de um indicador que possibilite recortes temáticos (inovação tecnológica, patentes, educação etc.) e regionais, para possibilitar discussões de desenvolvimento regional e de políticas regionais de inovação. Nesse sentido, a presente proposta se articula ao redor da criação de dois índices gerais, um sobre inovação, e outro sobre engenharia, que possibilitem análises mais aprofundadas e melhor compreensão da realidade. Trata-se de índices de inovação mais amplos, construídos com o fim de avaliar a capacidade inovadora geral do país e de regiões, sendo resultado da análise de um conjunto amplo de variáveis, sistematizado a partir dos dados disponíveis e possíveis de serem capturados. A construção dos índices propostos é relevante e pertinente tanto acadêmica como política e socialmente.

Para saber mais: Engenharia Data

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe: Glauco Arbix, Demétrio Toledo, Laura Ibiapina Parente, Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes, Davi Nonoru Nakano, Simone de Lara Teixeira Uchôa Freitas, Zil Miranda, Débora Oliveira da Silva, Sergio Kannebley Jr, Diogo Coutinho, José Carvalheiro, Luiz Caseiro, Guilherme Amaral, Leonardo Melo Lins, Diego Rafael Silva.

Financiadores: Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial  e Universidade de São Paulo – Auxílio financeiro, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (DF) e Ministério do Trabalho e Emprego – Cooperação.

Situação: Em andamento

Natureza: Pesquisa

Indicadores de Competitividade de Nações (2011 – Atual)

O projeto visa analisar os sistemas de indicadores existentes (WEF – Fórum Econômico Mundial; IMD; Conselho Presidencial de Competitividade Sul Coreano) e elaborar proposta de sistema de indicadores mais robusto, no estilo scorecard. Analisa os fatores que impactam na competitividade futura, e busca inserir aspectos como inovação, economia verde, economia criativa e outros tópicos que tendem a fazer a competitividade futura de uma nação. Deve trabalhar com dados oficiais, evitando surveys de opinião que distorcem os resultados, como ocorre com os indicadores supra-citados. Elaborado com apoio da ABDI, articuladamente como CoC – Conselho de Competitividade dos EUA (Coucil on Competitivenes) e com a FGCC – Federação Global dos Conselhos de Competitividade

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe: Roberto dos Reis Alvarez, Davi Nonoru Nakano, Sergio Kannebley Jr, Guilherme Amaral, Mariana Ogawa, Bruno Araújo, Thiago Fernandes Dantas Vasconcellos.

Financiadores: Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – Auxílio financeiro, Council on Competitiveness e Federação Global dos Conselhos de Competitividade – Cooperação

Situação: Em andamento

Natureza: Pesquisa

Plataformas Demonstradoras Tecnológicas (2012 – 2013)

Elaboração de proposta de política pública para plataformas tecnológicas demonstradoras, tomando como caso o setor aeronáutico. Plataformas demonstradoras significam o desenvolvimento pré-competitivo que extrapola o PD tradicional, indo até a prova / teste da tecnologia em situação real sempre que viável, ou em situação laboratorial / simulada. A partir dai, as empresas desenvolvem seus produtos. Exemplos de plataformas tecnológicas demonstradoras: tecnologias de motores menos poluentes, menos ruidos e com menor consumo; sistemas embarcados etc. O projeto envolve as seguintes fases: 1) Levantamento das experiências internacionais de plataformas, particularmente as europeias (Clean Sky), canadenses (Criaq e outras), norte-americanas (Darpa e outras), inglesa. 2) Análise comparativa e levantamento de alternativas de governança para um eventual programa de plataformas tecnológicas no Brasil. 3) Análise e proposições para uma eventual extensão do programa para outro setores.

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe:  Demétrio Toledo, Eduardo Zancul, Diogo Coutinho, André Pion de Carvalho
Financiador: Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – Auxílio financeiro

Situação: Em andamento

Natureza: Pesquisa

A influência da Petrobras no desenvolvimento das Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) (2010 – 2010)

A relação Universidade/Empresa, ou mais genericamente, Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs)/Empresas é um dos pontos relevantes  nas discussões e políticas sobre inovação.  O projeto tem como objetivo analisar os contratos da Petrobras com os Institutos de Ciência e Tecnologia – ICT’s – do Sudeste (estados do Rio de Janeiro e São Paulo – UFRJ, INT, USP, UFSCar, IPT), para detectar seu impacto.

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe: Simone de Lara Teixeira Uchôa Freitas

Financiadores: Financiadora de Estudos Projetos Finep – Auxílio financeiro, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (DF)  e Petrobras – Cooperação

Situação: Concluído

Natureza: Pesquisa

Modelos para organização e gestão da cadeia de valor expandida da inovação na empresa (2009 – 2012)

Fapesp 2009/04045-3

O projeto discute e categoriza diversos processos de gestão da inovação, identificando contingências, processos decisórios e formas de organização. Estudou 131 projetos de inovação em 74 empresas dos mais diversos portes e setores, no Brasil e no exterior.

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe: Adriana Marotti de Mello, Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes, Juliana Rossi Pereira Rocha, Wander Demonel de Lima, Simone Vasconcelos Ribeiro Galina, Léo Teobaldo Kroth, Simone de Lara Teixeira Uchoa Freitas, Julia Taunay Perez, Vanessa de Lima Ferreira, Vahid Vahdat, Débora Oliveira da Silva, Felipe Sá Ribeiro, Raoni Barros Bagno.

Situação: Concluído

Natureza: Pesquisa

A influência da Petrobras no desenvolvimento tecnológico: o caso das empresas de serviços de engenharia (2009 – 2009)

O projeto faz parte de programa nacional Ipea-Petrobras, com financiamento e apoio desta, para discutir o impacto da Petrobras na economia e no desenvolvimento brasileiro. Nesse espectro, o presente projeto analisa o desempenho de empresas prestadoras de serviços de engenharia com contratos com a Petrobras. Utiliza dois métodos: 1) análise quantitativa de dados secundários (RAIS/TEM, base de dados de fornecedores da Petrobras, fornecida por esta, e base de dados de doutores e grupos de pesquisa do CNPq), visando discutir as características das empresas de engenharia com e sem contrato com a Petrobras (de 1997 a 2007); 2) análise qualitativa, via entrevistas em profundidade no setor de engenharia da Petrobras, para levantar fatores qualificadores para seleção de fornecedores, e em empresas de engenharia prestadoras de serviços à Petrobras. Para uma dimensão geral da questão, a RAIS aponta 6.673 empresas prestadoras de serviços de engenharia no Brasil e 152.000 empregados em 2007, das quais 474 mantiveram contrato com a Petrobras entre 1997 e 2007. Valor financiado: R$ 41.000,00 (Ipea, repasse do CT-Petro).

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe: Simone de Lara Teixeira Uchôa Freitas, Vanessa Missawa.

Financiadores: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Bolsa, Financiadora de Estudos Projetos Finep – Auxílio financeiro,  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (DF) e Petróleo Brasileiro (Matriz/RJ) – Cooperação.

Situação: Concluído

Natureza: Pesquisa

Pro-Engenharias Capes  (2008 – 2012)

Projeto no âmbito do edital 01/2007, Pro-Engenharias, da Capes. Coordenador do nó USP. O objetivo deste projeto é estabelecer e consolidar uma rede de Programas de Pós-Graduação cujos membros desenvolvem historicamente pesquisas e projetos nas áreas da gestão de operações e da gestão da inovação. De tal forma que os trabalhos em curso e os resultados a serem gerados possam ser coordenados e difundidas entre estes, com o sentido de desenvolver e posteriormente divulgar um corpo de conhecimento centrado não na questão de porque inovar , mas sim na de como inovar . Trata-se, portanto, de um projeto para o desenvolvimento de um Modelo de Gestão de Operações em Organizações Inovadoras , onde o objeto é a forma pela qual uma organização deve ser gerida, de forma que a geração de inovações esteja incorporada às suas práticas cotidianas, tanto em termos de produtos como de processos e soluções de gestão. A rede envolverá tanto Programas de Pós-Graduação consagrados, como os da Coppe/UFRJ, da Poli/USP e da UFPE; como aqueles que estão em plena ascensão, como os da UNISINOS e do INPI; e um que está nascendo, ainda em estágio de apresentação à Capes, na Escola Politécnica da UFRJ.

Coordenador: Mario Sergio Salerno

Equipe: Roberto Marx, Adriano Proença.

Financiador: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Auxílio financeiro.

Situação: Concluído

Natureza: Pesquisa